30 November 2008

42 - CARTAS DA BEIRA DO ÍNDICO (5)


CARTAS DA BEIRA DO ÍNDICO

(5)

FÉRIAS EM MOÇAMBIQUE

(2008/2009)


VISITA A MARRACUENE




Uma das tarefas que temos sempre que voltamos a Moçambique é visitar as campas dos antepassados maternos das nossas netas, sepultados no cemitério de Marracuene, a vila situada na margem direita do rio Incomáti, a 30 Km da cidade de Maputo.

Aquela bonita terra, que no tempo colonial foi baptizada de Vila Luisa, foi berço da família, pelo que são profundos os laços que a ela nos ligam!

Depois de uma paragem relâmpago que fizemos no cemitério, no dia 8 do passado mês de Novembro quando íamos em viagem para o Xai-Xai, voltamos ali no dia 16 seguinte, para uma demorada visita.

As nossas netas - Maura e Dania - são as fieis companheiras destas romagens de saudade e sabendo embora a história que nos liga a esta terra não se cansam de interrogar os avós sobre este ou aquele pormenor, sobretudo quando passamos ou paramos junto dos locais e das casas que fizeram parte da nossa vivência e dos seus antepassados. À medida que vão crescendo, mais interesse mostram de conhecer como foi essa vivência!

A vila tem vindo a ser recuperada muito lentamente, estando ainda longe de se apresentar com o rosto dos tempos passados quando era considerada local de eleição dos citadinos para visitas de fim de semana, bons almoços nos restaurantes e para as célebres tardes dançantes no pavilhão de chá ao som das melodias românticas tocadas ao piano pelo velho Nunes!

Mesmo assim, há vestígios de recuperação que denunciam interesse das autoridades em reconquistar para a vila o estatuto turístico que a celebrizou, pese embora faltar ali a grande atracção que eram os hipopótamos do grande e bonito rio Incomáti.

Mas uma outra atracção, neste caso periférica, é a praia da Macaneta, a meia dúzia de quilómetros da margem esquerda do rio. Essa sim, progrediu nos últimos anos e regista já um considerável movimento, tanto de residentes da capital como de turistas sul africanos. As construções ali, quer de residências de fim de semana quer de infraestruturas de apoio aos frequentadores, ocupam já alguns quilómetros de extensão na zona fronteira ao mar, justificando assim a importância desta que é considerada a melhor praia da zona sul do país, entre Maputo e o Bilene.

O batelão que serve a outra margem não tem horários estabelecidos, sobretudo nos fins-de-semana, tal o movimento de viaturas e passageiros que regista e obriga a travessias constantes.

Um dia destes lá estaremos para saborear aquela maresia inconfundível das praias batidas directamente pelas ondas do mar e tomar uns banhos nas águas temperadas e límpidas do Índico!



DOCUMENTÁRIO FOTOGRÁFICO



Ex-libris de Marracuene - o grande e bonito rio Incomáti



Avó e netas enquadram o cenário maravilhoso!


Outro aspecto do rio, visto da marginal


A bela residência do administrador, bem conservada!


Quem os viu (há 56 anos quando nos conhecemos)...e quem os vê agora!..

Junto ao cais de travessia do rio. Os vendedores de artesanato aparecem logo!


Bonito bar junto ao cais do Incomati


A foto que sempre tiramos junto da nossa primeira casa depois de casados!



Quando se sobe da margem do rio para a Vila



Um trecho da linha férrea entre a Vila e o rio



As meninas na rua da Administração


Para recordar o meu primeiro local de trabalho (1952)




No jardim fronteiro à Administração, agora bem cuidado!


O célebre Pavilhão de Chá, finalmente recuperado!


O velho pelado de futebol, tal como era nos tempos em que ali joguei com Malangatana, José Júlio, Panguene, Verde, Silveira, Babiolákis, Nunes e outros cujos nomes esqueci! Aliás, foi esta juventude que limpou o terreno e colocou ali as primeiras balizas!



As meninas quando saiam do bonito cemitério de Marracuene


Saudações amigas, aqui da beira do Índico!
Maputo, 1 de Dezembro de 2008

Celestino (Marrabenta)
EM TEMPO:
Para satisfazer o pedido de alguns amigos/leitores desta Carta, publico a seguir o texto da Carta nº 9, do ano de 2004, inserida em algumas comunidades (talvez meia dúzia), e que relata uma das visitas então feitas a Marracuene.
Informo ainda, também para satisfazer a curiosidade de um desses amigos, que durante as férias de 2006/2007, em Moçambique, não escrevi qualquer "Carta", uma atitude que teve a ver com alguma desmotivação na participação nas comunidades, felizmente já ultrapassada graças ao apoio moral que entretanto fui recebendo daqueles que conheceram as razões do meu silêncio, nomeadamente o João Abreu, o Manel Palhares, o Rogério Carreira e o Zé Maria Mesquitela, amigos estes a quem publicamente desejo agradecer esse apoio.
Eis a Carta de 2004:
CARTAS DA BEIRA DO INDICO

(9)

ROMAGEM DE SAUDADE A MARRACUENE

Marracuene é aquela pequena vila, outrora também chamada de “Vila Luísa”, que se encontra situada junto da margem direita do rio Incomáti, a 30 Km da cidade de Maputo, que praticamente todos os moradores da capital conhecem. Foi nesta vila que iniciei a minha actividade profissional em Moçambique, no já longínquo ano de 1952 e quis o destino que ali me apaixonasse por uma menina que já me atura há 49 anos!

Ligado por tais laços àquela bonita localidade, que era o expoente máximo, naquela época, de atracção de turistas no sul de Moçambique, devido às suas belezas naturais e à rica fauna bravia daquele grande rio, nomeadamente hipopótamos e crocodilos, as raízes que nos prendem a Marracuene são ainda muito fortes, pese embora o facto de termos perdido ali todo o património imóvel angariado por meus sogros ao longo de toda a sua vida. Uma vida que acabou por terminar ali mesmo, alguns anos já depois da independência, repousando os seus corpos no velho cemitério da vila ao lado de outro progenitor, avô de minha mulher.

Aquele pequeno cemitério passou a ser para nós local de romagem de saudade e representa para a família como se fosse um território neutro onde podemos entrar e permanecer em perfeita segurança, tal o respeito que estes locais merecem da população. Ali nos deslocamos periodicamente para tratar das três campas que o tempo vai degradando. Há muitos anos que este cemitério deixou de ser utilizado, existindo outro, de grandes dimensões, no lado oposto da estrada.

Durante as nossas visitas a Moçambique, ali nos deslocamos com a família e desta vez tivemos mesmo que fazer a capinagem periférica uma vez que a habitual limpeza que ali era feita pela Administração local por ocasião do dia dos finados (1 de Novembro), não foi feita este ano. Fomos acompanhados da filha e das duas netas, ou seja, estiveram presentes três gerações dos ascendentes que ali repousam, que são os pais e o avô paterno de minha mulher, portanto, bisavós e trisavô das descendentes mais novas.

Como é habitual, depois daquela romagem, demos uma volta pela vila, recordando os bons tempos que ali passamos e dando a conhecer às netas a história dos seus antepassados, cujas campas elas muito carinhosamente ajudaram a limpar e embelezar com flores.

Depois tiramos algumas fotos junto dos locais que mais significado têm para nós, como seja a igreja onde casamos, a primeira casa onde vivemos e junto do muro onde tantas vezes nos sentávamos quando ainda namorávamos, a admirar o rio e a planície subjacente.

Durante as visitas que fazemos a Marracuene, evitamos sempre passar em frente de qualquer das sete casas (5 lojas e 2 residências) que a família ali possuía. Procuramos assim evitar choques emocionais que naturalmente invadem qualquer cidadão que viu os seus bens desaparecerem de um dia para o outro, sem qualquer compensação, graças à chamada “descolonização exemplar” conduzida pelos senhores Mário Soares, Almeida Santos e outros “patriotas” de caca que conspurcaram o poder em Portugal no pós 25 de Abril de 1974.

As nossas netas, à medida que vão crescendo, vão-se apercebendo que os seus antepassados fizeram parte de uma história que está mal contada, sobretudo pelos extremistas (marxistas, leninistas, maoistas e estalinistas) que na altura governaram o país e que foram responsáveis pela situação desastrosa, mesmo de penúria, em que ficaram praticamente todos os portugueses das ex-colónias que se viram forçados a partir de mãos a abanar deixando para trás o produto de toda uma vida de trabalho. Mais, foram ainda responsáveis pela animosidade com que essas pessoas foram recebidas na metrópole, onde as trataram por “retornados”, uma palavra que estigmatizou de forma degradante toda essa gente laboriosa!

Quero ser bem claro, para não correr o risco de ser apontado injustamente como inimigo da descolonização, que este desabafo nada tem contra o direito que o povo de Moçambique teve à sua independência. Isto está fora de causa e esta posição tive-a sempre e mantenho-a inalterável. Com o que não concordo e tenho afirmado abertamente, é com a atitude da parte portuguesa que não defendeu os direitos dos seus cidadãos e continua a não assumir a sua responsabilidade junto daqueles que, como a minha família, perderam aqui e nas outras ex-colónias, todos os seus bens.

Maputo, 26 de Dezembro de 20004

Celestino (Marrabenta)

P.S. – Para quem tiver a curiosidade de aprofundar a história da minha ligação a Marracuene, passe pelo meu Site
www.geocities.com/Vila_Luisa e aponte a seta nas “Crónicas & Narrativas” – Capº I – “Os meus primeiros contactos com a Fauna Bravia de Moçambique”

%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%


NOTAS ACTUAIS

1 - O Capº I das Crónicas & Narrativas, acima referido, foi retirado do site para dar lugar a novas publicações. Em breve o publicarei de novo.
2 - Foram retiradas as fotos de 2004, por se tornarem repetitivas com as de 2008.
Saudações amigas, aqui da beira do Índico!

Maputo, 11 de Dezembro de 2008.

Celestino

12 November 2008

40 - CARTAS DA BEIRA DO ÍNIDICO (3)

CARTAS DA BEIRA DA BEIRA DO ÍNDICO

(3)

FÉRIAS EM MOÇAMBIQUE
(2008/2009)




FIM DE SEMANA ALARGADO FORA DE PORTAS



1 – TRÊS DIAS NA PRAIA DE XAI-XAI



Aproveitando o fim de semana alargado por motivo do feriado municipal – 10 de Novembro, dia da cidade de Maputo -, a família organizou a primeira saída fora de portas desde que chegamos em 18 de Outubro. Nem mais nem menos que à praia do Xai-Xai, aquela que há muito foi considerada a rainha das praias de Moçambique, a 225 quilómetros para norte da capital!

Desde longa data que esta praia merece a nossa preferência, assim como da família Couto (clã do meu genro), que a frequenta com regularidade e onde um dos elementos possui uma moradia!

Se outras razões não existissem para gostarmos desta praia, bastar-nos-ia, a mim e à parceira que me atura há mais de meio século, a recordação da nossa lua de mel, ali passada no já longínquo ano de 1956!

As condições meteorológicas em Maputo, que eram excelentes quando se tomou a decisão de ir ao Xai-Xai, complicaram-se entretanto com o aparecimento das primeiras chuvas da época, na véspera da partida, acompanhadas de fortes ventos, aqueles que vêem do sul e que põem a cidade num autêntico pandemónio! Mas nem isso desencorajou o grupo que se pôs a caminho no sábado de manhã.

Dado que uma das netas, a mais nova, tem por hábito convidar uma amiga quando a família sai da cidade (um hábito recíproco), o número de passageiros ultrapassou a lotação de um único carro e assim a caravana foi composta por duas viaturas.

Sair ou entrar nesta cidade para quem vai ou vem da estrada de Marracuene, é algo complicado, tamanha é a confusão do trânsito em qualquer das artérias que servem esta via. A opção tomada de sairmos pelo bairro do Hulene, contornando o aeroporto, não foi a melhor visto que as chuvadas da noite tornaram este trajecto num autêntico riacho, cheio de poças, onde muitas viaturas se encontravam avariadas e a complicar a circulação!

Desembaraçados deste labirinto, onde os “chapas” são reis e senhores, ultrapassando-se uns aos outros sem respeito pelas mais elementares regras do trânsito, na luta pela tomada de passageiros, atingimos sem problemas a estrada de Marracuene ao fim de quarenta e cinco minutos e apenas uns sete quilómetros percorridos. Contribuiu para isso, claro, a experiência dos condutores, já habituados a este caos rodoviário! Paula à frente, no Nissan Terrano e o Joy atrás, no Toyota Hilux!
A manhã estava cinzenta e ventosa, mas sem chuva, pelo que a marcha foi facilitada na excelente estrada nacional nº 1. Menos de trinta quilómetros percorridos atingimos a vila de Marracuene, a nossa querida Vila Luísa, que faz parte das nossas vidas! Deu apenas para uma breve paragem no cemitério, de visita às campas dos bisavós e trisavô maternos das minhas netas! Posteriormente, ali iremos para uma visita mais demorada, como sempre fazemos quando estamos cá.

Viajar por essa estrada afora é um prazer para quem gosta de observar a natureza na sua verdadeira plenitude! Os verdes deslumbrantes desta África que nos é tão familiar, são, nesta época do ano, o primeiro regalo para a vista de quem veio do velho continente onde o Outono pardacento já se fazia sentir. Os cheiros da terra molhada pelas primeiras chuvas é outra sensação gratificante!

A Vila da Manhiça, 47 Km depois de Marracuene, foi outra paragem obrigatória, para matar a fome no restaurante-pousada Laurentino, do eterno e simpático Fajardo. Ele lá estava com a esposa, naquela paz de espírito a que nos habituou, bem disposto e saudoso de muitos amigos que já não voltam ao seu famoso restaurante! Até os seus simpáticos gatinhos amarelos se mantêm fieis às roçadelas pelas pernas dos clientes, para satisfação das minhas netas que lhes pegam ao colo como se lhes pertencessem!

De novo na estrada e a Palmeira (povoação), a 20 Km, lá está sobranceira às planícies do vale do Incomáti, com a velha fábrica de descasque de arroz do saudoso Inácio de Sousa a pedir um restauro como fizeram à estrada! A palmeira (árvore), que substituiu a velhíssima caída pelo ciclone de há uns anos, parece ter vencido a primeira fase de crescimento e já se vislumbra à distância, não para cumprir a missão como ponto geodésico de referência, que fora dada à primeira por Gago Coutinho no primeiro quartel do século passado, mas para se manter viva a tradição do nome deste lugar tão emblemático de onde se avista uma bela paisagem!

Ultrapassado o vale do Incomáti onde a açucareira de Xinavane continua a expandir as suas áreas de plantação de cana, a vila da Macia, 52 Km depois da Palmeira, foi o terceiro ponto de paragem obrigatória, para comprar frutas, legumes e caju, e para refrescar as gargantas num dos vários bares existentes. Continua a ser um lugar de muito movimento, já que ali se cruzam as estradas para a praia do Bilene e para o Chókwè.

O trecho de 6o Km da Macia ao Xai-Xai, que há dois anos beneficiava ainda de grandes obras de restauro, está já totalmente reparado e rapidamente se chega às lezírias do Limpopo, onde muitas manadas de gado bovino se vêem a pastar, um cenário bucólico que havia desaparecido durante muitos anos e que revela o progresso alcançado últimamente no sector agrário deste país!

Num abrir e fechar de olhos chegamos à ponte sobre o rio, que é a porta para a cidade de Xai-Xai para quem vai do sul.

Ali, na capital da província de Gaza, pulula uma verdadeira multidão de gente dando vida a um comércio bem abastecido e já recuperado das grandes cheias de há oito anos! Parámos para comprar pão fresco e gelo e em cerca de 15 minutos fizemos os restantes dezasseis quilómetros que distam desde a ponte até a praia.

Sou um pouco suspeito para falar da praia de Xai-Xai, mas poderia citar imensos escritos, entre eles brochuras de propaganda turística, que ao longo dos anos descreveram as suas belezas, classificando-a como das mais belas do país e até lhe atribuíram o título de rainha das praias de Moçambique. Estou pois à-vontade para corroborar todos os epítetos elogiosos e quem a conhece certamente não discordará!

O turismo ali continua a ser explorado de maneira incipiente, com apenas um hotel de fraca qualidade e reduzida lotação - o Halley -; dois bares pouco mais que rudimentares, sobranceiros à praia; um parque de campismo (municipal), que embora seja espaçoso, deixa muito a desejar no que respeita a infraestruturas básicas. Existe ainda o complexo do Dr. Carvalho (vulgo Xai) já afastado e junto da picada para a praia de Chongoene, com meia dúzia de casas para alugar, que embora bem tratado poucos turistas recebe devido às suas limitadas instalações.

Valem, em contrapartida, mas fora da bela praia, quatro ou cinco complexos de concepção moderna, construídos nos últimos anos ao longo dos sete quilómetros que separam as praias de Xai-Xai e do Chongoene, mas também estes de capacidade limitada já que estão virados para um turismo selectivo.

Os mamarrachos do velho Hotel do Xai-Xai e da ex-colónia balnear da Mocidade Portuguesa, ali continuam como autênticas lixeiras a conspurcar aquela praia de beleza ímpar! Há muito que se fala da recuperação deste Hotel cuja história bem acompanhei desde os tempos do seu primeiro proprietário, o velho Cruz. A notícia que agora me foi dada pelo seu actual dono, o Dr. Carvalho (Xai), é animadora: a recuperação está para breve! Que Deus o ouça, como dizem na minha terra!...

Ali pertinho, na praia de Chongoene, jaz outro monstro hoteleiro, o maior de todos que este país herdou do passado colonial e que funcionou em pleno até uns bons anos depois da independência! A visita que lá fizemos, a título de passeio para conhecermos os complexos turísticos deste percurso, foi algo esclarecedora: o edifício não foi vandalizado e encontra-se sob vigilância de guardas da empresa proprietária, a bem conhecida Transportes Oliveiras. No dizer de um dos guardas com quem falámos, o dono da empresa costuma visitar o imóvel mas não dá mostras de o querer reabilitar.

A bela praia de Xai-Xai, com o famoso paredão rochoso a proteger a zona dos banhistas das grandes ondas e dos habitantes predadores do oceano; com as grandes dunas a barrar os ventos continentais; com as areias finas e bem tratadas e com condições de entrada no mar de pequenos e médios barcos, essa continua igual a si mesma e ninguém lhe vai roubar a sua beleza e os seus encantos!

Foram bem aproveitados os três dias ali passados pela família!

Em breve, lá voltaremos de novo!


2 – DOCUMENTÁRIO FOTOGRÁFICO

O trânsito à saída da cidade, pelo Bairro Hulene, estava difícil!

A campanha eleitoral autárquica estava na rua!


Passagem pelo Hospital do Infulene, no caminho para Marracuene

Paragem obrigatória no restaurante Laurentino - Manhiça!


Vendedeira de pão, nas ruas da Manhiça!

Pousada da Palmeira, muito bem tratada!

A palmeira que substituíu a velha ali caída ao lado

Mercado rural da Macia, outra paragem obrigatória!

Placa de locais históricos, na Macia

Descida para as lezírias do Limpopo

Manadas de gado bovino avistam-se em várias direcções!

Passagem sobre a ponte do rio Limpopo, junto da cidade de Xai-Xai

Restaurante-Pousada, junto da ponte de Xai-Xai

Passagem na avenida principal da cidade de Xai-Xai

O bonito edifício do Conselho Executivo da cidade de Xai-Xai

A bela praia de Xai-Xai e o primeiro banho!

O nosso poiso. Ao fundo a praia que se estende para sul!

A encosta sobranceira à praia, bem revestida de vegetação!


A zona da praia que se estende para norte. Um mar de areias finas à espera de turistas!

Estas águas calmas e temperadas convidam ao banho que a família não desperdiçou!

Momento do bronzeamento! Só o velho não alinhou!

A Dania e a Michele, amigas inseparáveis!

Pescadores passam indiferentes aos poucos banhistas presentes!

As inseparáveis até na relva patinaram!

O Hotel Halley

Placa do Beach Resort Xai-Xai

Placa do Resort Xai-Xai Eco Estate

Placa do Resort Chongoene Holiday

Outra placa do mesmo Resort

Bonito challet lá no alto de um dos Resorts

Uma pose dos velhos no acesso ao bar do Xai-Xai Beach Resort

Uma pausa para um copo na varanda do Xai-Xai Beach Resort

Uma partida de snoker no bar do Xai-Xai Beach Resort

Mais uma pose dos velhos neste belo local do Xai-Xai Beach Resort

Ao fim da picada lá está o gigante adormecido - o Hotel Chongoene!

A Maura foi a primeira a fazer-se fotografar neste estranho cenário!

As mamanas apreciam o grandioso bloco que outrora foi um hotel de luxo!

A nossa cozinha funcionou no parrot e o velho esteve activo!

O ataque às saborosas ostras do Xai-Xai!

Os apreciadores que não desistiram!


Nem as sardinhas de Portugal faltaram!


Parece que há aqui cozinheiras a mais!...




A célebre banana maçã que nos foram vender a casa!




Saudações com amizade, aqui da beira do Índico

Maputo, 12 de Novembro de 2008

Celestino (Marrabenta)